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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Animais e as tecnologias: Salvando vidas

Maneiras que a tecnologia pode salvar animais em extinção.

Existem vários animais que são obrigados a sair de seus territórios e acabam ficando em extinção.
E o pior é que não podemos fazer nada por esse animaizinhos indefesos. Mas talvez, novas tecnologias possam nos ajudar.
Veja só algumas maneiras que a tecnologia pode ajudar a salvar animais em extinção:
 
Mensagens de texto protegem os elefantes no Quênia
Os chips eletrônicos utilizados em telefones celulares para armazenar números de telefone e outras informações do usuário estão sendo usados ​​no Quênia para impedir que elefantes em perigo de extinção deixem seus habitats e entrem em áreas humanas, onde eles tendem a causar danos a casas e outras estruturas. Em 2008, a Save the Elephants montou um cartão SIM no colar de um elefante chamado Kimani, que freqüentemente se aventurava em fazendas próximas, e criou assim uma cerca georeferenciada. Quando Kimani se aproximava da fronteira invisível, moradores e ambientalistas eram automaticamente avisados ​​via mensagem de texto. Colares semelhantes equipados com cartões SIM usados por elefantes dão a posição dos animais para pesquisadores, permitindo-lhes mapear rotas inteiras de migração.

Etiquetas para peixes  PIT (Transponder Passivo Integrado)
Quatro espécies de peixes, ameaçadas de extinção, estão recebendo ajuda da alta tecnologia no Rio Colorado, com o uso de “Rifle”, um transponder integrado passivo do sistema PIT, que monitora seus movimentos. As etiquetas PIT, que são inseridos nos peixes da mesma maneira como microchips em cães e gatos, são detectadas quando os peixes passam leitor de sinais, como numa caixa de supermercado, permitindo aos pesquisadores coletar informações de valor inestimável sobre os padrões de migração de espécies como o Colorado Pikeminnow.

Aviões não tripulados encontra focas árticas
Câmeras montadas em aviões não tripulados que voam sobre o Ártico não apenas capturam de imagens do degelo – eles também estão marcando a localização das focas ameaçadas de extinção. “Porque o gelo está diminuindo mais rapidamente em algumas áreas do que em outras, estamos tentando identificar em que áreas e tipos de gelo as focas necessitam para sua sobrevivência”, disse Peter Boveng, líder do Programa de ecossistemas polares do Centro de Ciências da Pesca da NOAA, no Alasca. Espécies como as focas bearded, ringed, spotted e ribbon, dependem do gelo marinho para reprodução, descanso e um porto seguro dos predadores. Os robÔs aéreos “Scan Eagle” são usados em conjunto com software de reconhecimento de imagem para automatizar a identificação das focas em milhares de imagens recolhidas durante os vôos. Tal sistema pode reduzir drasticamente a quantidade de pesquisadores que gastam tempo monitorando as focas.

Usinas de dessalinização fornecem água para os Oryx Árabes
A empresa de eletrônicos Hitachi está ajudando a salvar o Oryx Árabe fornecendo água fresca de suas usinas de dessalinização abastecidas com energia solar em Abu Dhabi. Este belo animal foi extinto na natureza no final dos anos 1960 devido à caça excessiva e só recentemente foi re-introduzido ao seu habitat natural, após o sucesso dos programas de reprodução em cativeiro. No entanto, ele ainda está em perigo, e encontrar o acesso a água doce é sempre um desafio. A unidade de dessalinização da Hitachi remove o alto teor de sal encontrado nas águas subterrâneas do deserto, alimentando com a água filtrada poços em remotas áreas de deserto.

Máquinas que fazem seqüenciamento genético salvam Demônios da Tasmânia de Câncer
Os Demônios da Tasmânia estão em perigo por causa de um câncer desfigurante e quase sempre fatal chamado tumor facial do diabo, doença que está se espalhando pela população desta espécie rapidamente. Os cientistas dizem que a doença funciona como um vírus, mas na verdade se espalhou por uma célula cancerosa desenvolvida em um único indivíduo várias décadas atrás. A fim de entender melhor esta doença, e o que se pode fazer para ajudar o notoriamente feroz (ainda assim incrivelmente bonito) Diabo da Tasmânia, os cientistas estão usando máquinas de seqüenciamento de genes para determinar a diversidade genética dos animais. Esta tecnologia permite aos pesquisadores observar o código de DNA dos animais. Usando o código genético inicial encontrado a partir de dois animais estudados, a equipe de pesquisa desenvolveu um teste que custa US$ 150,00 por animal, ao invés de US$ 10.000 que originalmente custaria para analisar o genoma completo.

Sonar localiza garoupas em raízes de manguezal
A garoupa Golias, que pode ultrapassar dois metros de comprimento, está criticamente ameaçada, e os cientistas precisam ser capazes de identificar os seus números. Isso é difícil de fazer quando jovens passam quase uma década de suas vidas entre as raízes emaranhadas de árvores de mangue vermelho no Oceano Atlântico. Hoje, graças à tecnologia de ultra-som, a Ocean Research & Conservation Association (ORCA) é capaz de conduzir pesquisas visuais subaquáticas que ajudam a avaliar a eficácia das medidas de proteção que têm sido postas em prática. A câmera sonar acústica de freqüência dupla enxerga cada peixe com o uso de ondas sonoras, independente da visibilidade limitada no escuro, e das águas turvas.

Sites de sensibilização
Se as pessoas foram mais conscientes das espécies ameaçadas que vivem praticamente em seus próprios quintais, eles seriam mais conscientes de suas interações com os animais e como sua própria atividade as afeta. Sites dão informações das espécies de animais em sua área, e de como você pode ajudar. WildlifeNearYou não foi desenvolvida com a intenção de salvar os animais, mas ajudar as pessoas a descobrir onde eles podem ver certos tipos de animais em qualquer área. Eles convidam os usuários a enviar fotos de animais que eles viram e documentar suas localizações. Enquanto WildlifeNearYou não incidem especificamente sobre espécies ameaçadas de extinção, ele tem o potencial de aumentar a nossa consciência do mundo diversas natural. Outros sites semelhantes já existem.

Clonagem polêmica: o último recurso?
Se uma espécie está à beira da extinção por causa da atividade humana, não temos a obrigação de fazer o que estiver ao nosso alcance para salvá-los? Muitos cientistas e ambientalistas dizem que sim – mesmo que isso signifique a clonagem dos últimos membros remanescentes de uma espécie seriamente ameaçada como os Rinocerontes Brancos africanos. Em San Diego, um “zoológico congelado” tem o DNA de mais de 8.400 espécies armazenadas a -280F. Usar células-tronco para recriar animais é um tópico muito polêmico. Até agora o processo não tem produzido os melhores resultados, e muitos temem que tais medidas se tornarão a única resposta a perda de habitat e outros problemas que fazem com que as espécies se tornem ameaçadas de extinção, ao invés de procurar uma solução real para preservá-los em seu meio-ambiente natural.

Muito legal saber que a tecnologia pode salvar esses animais, não é? Se você gosta do assunto visite o blog Animals World .
 
E amanhã é dia de lançamento, então não esqueça de dar uma passadinha aqui no blog!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Animais e a Tecnologia: leitor de mente

Maquina capaz de ler a mente de cachorros

O que será que se passa na cabeça dos animais? Seria incrível se pudéssemos ler a mente deles não é? Mas na verdade essa pode ser uma realidade muito próxima.
 Um time de inventores suecos criou um dispositivo que promete traduzir o que se passa na cabeça de um cão.

Cachorro com o dispositivo No More WoofUm par de fones de ouvido, dois eletrodos e um microfone. Essa é fórmula do projeto "No More Woof"("Chega de Latido", em português), desenvolvido há um ano por inventores suecos da Sociedade Nórdica para a Invenção e Descobertas (NSID), para revelar os pensamentos dos cães. Por 65 dólares é possível comprar uma versão simplificada do dispositivo, que promete identificar cansaço, fome e curiosidade. Ao desembolsar 300 dólares, o comprador recebe um produto que seria capaz de distinguir quatro ou mais pensamentos.
Funciona assim: Os eletrodos do dispositivo fazem um eletroencefalograma em tempo real do cachorro, e identificam padrões. Os padrões elétricos são então transmitidos aos fones, conectados a um software de interface cérebro-máquina e traduzidos em voz alta por um microfone. Dessa forma, quando menos se espera, o cão avisa: "Estou cansado" ou "Quero brincar".
"Tínhamos um sensor de eletroencefalograma no escritório - aqui na Suécia eles podem ser encontrados em qualquer loja de brinquedos, pois são usados para interagir com videogames - e o colocamos na cabeça de um cachorro que estava brincando por ali. Vimos que ele emitia sinais e tivemos a ideia", explica Per Cromwell, responsável pela criação do produto.
A cognição canina é um assunto ao qual muitos pesquisadores têm se dedicado. Em uma pesquisa no periódico Behavioural Processes, o neurocientista Gregory Berns, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, descobriu, com a ajuda da ressonância magnética, que os cães têm a habilidade de experimentar emoções positivas, como amor e apego. Berns e os inventores nórdicos se dedicam a responder a mesma questão: "Em que meu cachorro está pensando?". O que varia - e muito - é o rigor metodológico empregado.

E aí, gostou? Seria muito legal saber o que seu cachorro está pensando, não é?
Deixe seu comentário que respondemos em até 24 horas!

E se você gosta de animais não esqueça de entrar no blog Animals World  tenho certeza que você vai amar!
Essa semana estamos faremos postagens sobre os animais e a tecnologia, acompanhe!


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Animais e a Tecnologia: robôs

Animais robôs

Essa semana traremos uma novidade para nossos leitores que tenho certeza que vocês vão adorar, principalmente os que gostam de animais. Pois essa semana o tema das postagens será: Animais e a Tecnologia. muito legal, não é? Mas não para por aí, o blog Universo Tecnológico fez uma parceria com o blog Animals World. mas vamos logo ao assunto.
 
Você sabia que existem animais robôs, ou melhor, robôs inspirados em animais? pois é.
Correr quase três vezes mais rápido do que o jamaicano Usain Bolt, o homem mais veloz da história. Camuflar-se perfeitamente em uma selva. Carregar 180 quilos nas costas sem incômodo.
Parecem poderes de seres de ficção científica, não é?
Mas atenção: esses poderes são bem reais. Na última década, a imitação da natureza atingiu níveis surpreendentes em robôs nas versões mecânicas de guepardos, cachorros e pássaros que em breve estarão em nosso dia a dia.
 
Entre os robôs-animais há duas estrelas: o BigDog (em inglês, grande cão) e o Wild Cat (na tradução, gato selvagem).
O BigDog é um robô que imita a movimentação de um cachorro. Foi desenvolvido como um robô especializado no deslocamento em terrenos acidentados ou bastante acidentados, sendo capaz de caminhar sobre a neve, terrenos úmidos, escorregadios e declives. Sua função básica é a de transporte de suprimentos, mas ele também é capaz de correr pequenas distâncias. (Assista ao vídeo abaixo)

Já o Cheetah, mais conhecido como WildCat, como já deve sugerir, é um robô especializado em velocidade – sim, ele é capaz de correr! O projeto inicial, desenvolvido pelo MIT, data de 1989 e tinha recorde de velocidade de 13,1 mph (algo como 21 km/h). Hoje, em seu projeto mais atual, o WildCat chega a incríveis a 29 mph (algo em torno de 46 km/h). (assista ao vídeo feito em um laboratório de pesquisa)


 Ambos foram desenvolvidos no Boston Dynamics, o principal laboratório de robôs do mundo, financiado pelo governo americano. Apresentado pela primeira vez em 2005, o BigDog imita a estrutura muscular de um cachorro -- assemelha-se a um buldogue. Demonstrada há um ano, sua mais recente versão, o AlphaDog, tem 1 metro de altura, suporta 180 quilos e caminha a 7 quilômetros por hora. O Cheetah, exibido em 2011, é um robô que emula o movimento de um guepardo. Em um teste feito em uma esteira, o animal mecânico atingiu 45 quilômetros por hora (vídeo acima) -- recorde entre robôs. "Quando criamos, só temos um universo como inspiração, o da natureza. Sua excelência serve de base para qualquer invento", disse a VEJA o engenheiro sul-coreano Sangbae Kim, chefe do laboratório de biomimetismo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e colaborador do Boston Dynamics. "Durante milênios se batalhou para imitar o que a natureza apresenta de melhor com a ambição de suprir a necessidade humana de alcançar velocidade e força cada vez mais magníficas." Os novos passos da ciência levam a tecnologia a ultrapassar o estágio da emulação e superar os limites biológicos -- máquinas correm e voam, mas não se cansam nem adoecem ou morrem.

Incrível, não é?
Se você gosta de animais visite o blog Animals World, tenho certeza que você vai amar! Link: www.zapanimals.blogspot.com.br
 
E não esqueça, essa semana faremos postagens sobre tecnologias e animais, acompanhe!